16 março 2017

Deus aceita nossas “mentirinhas”?

Apocalipse dá-nos uma lista relativamente extensa de pessoas que acabarão sendo excluídas da presença de Deus.

“Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos – o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte.” (Apocalipse 21:8)

Observemos o último item desta lista: “todos os mentirosos”. Os mentirosos não podem ter acesso à presença de Deus todo-poderoso. É por isso que temos que O adorar “em verdade”.

Em Atos 5, há um exemplo bastante claro a esse respeito na história de Ananias e Safira. Eles venderam um terreno e trouxeram uma oferta do que tinham vendido e colocaram aos pés dos apóstolos. Infelizmente, essa oferta não era o preço total do terreno que eles afirmavam ter vendido. Haviam guardado para si uma parte dessa soma. Eles simplesmente caíram mortos, um após o outro, na presença de Deus. (Ver Atos 5:1-11). Poderá haver um aviso mais claro para nós que mentiras e falsidade não podem ter acesso à presença de Deus?

Outra vez, veja o que o apóstolo João disse: “Esta é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês: Deus é luz; nele não há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade.” (João 1:5-6)

Quando nos aproximamos de Deus, entramos na luz. Não existe espaço para as trevas, não existe espaço para as reservas, não existe espaço para a insinceridade. Tudo tem que ser totalmente aberto. Observe a expressão: “temos comunhão com Ele”. Comunhão e adoração andam intimamente juntas. Ambas, comunhão e adoração, requerem resoluta honestidade, sinceridade e franqueza. Nós devemos adorar a Deus “em verdade”.

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